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Everything is a Choice

🍀 Escolho a paz e a harmonia pois é o melhor para mim! 🍀

Everything is a Choice

🍀 Escolho a paz e a harmonia pois é o melhor para mim! 🍀

20 cêntimos aqui, 20 acolá...

Rapariga do Campo, 11.04.22

Fui a um supermercado de uma cadeia grande, beeem grande, e se calhar é graças a estas artimanhas que fazem milhões. Dirigi-me ao corredor do material escolar em busca de uns simples lápis de carvão, trouxe uns de 0,99 cêntimos. Chego à caixa e senhora pede-me 1,19 euros, "Mas lá estava 0,99 cêntimos" disse-lhe eu. Chamou uma colega, que demorou bastante tempo a chegar, quando chegou nem um simples bom dia me disse e mal ouviu a minha explicação. Fiquei a pensar que naquele supermercado deve ser costume haver enganos destes e já não ser preciso haver explicações da parte do cliente. Tirou o papel do preço da prateleira e disse à colega da caixa que era erro do código de barras. Nem um pedido de desculpas me dirigiu, para juntar à falta do bom dia.

Passo para o balcão central. A senhora que lá estava é que acaba por fazer a minha conta, com um ar chateado como quem diz "Não custava nada ter dado mais 0,20 cêntimos e pronto, esta situação toda era desnecessária". Pago e venho embora. O pedido de desculpas pelo incómodo e pela demora? Ah pois, não existiu. É pena eu não pertencer a uma fiscalização à paisana.

Se eu tivesse feito outras compras juntamente com aqueles míseros lápis de carvão possivelmente não teria dado pelo engano, ou se calhar até teria porque às vezes verifico os valores das coisas ainda antes de sair do supermercado, já que enquanto as arrumo no carrinho não consigo olhar para o ecrã - prezo quem o consiga fazer.

Neste caso tenho pena da má educação e da falta de cordialidade daqueles funcionários específicos. Perdi ali cerca de 10-15 minutos e não foram capazes de pedir desculpa pelo engano e pelo tempo perdido à espera. Parece-me que é assim que eles facturam milhões... com estes "enganos inocentes". Porque não, eu não podia dar os 0,20 cêntimos que faltavam quando na prateleira estava exposto 0,99 cêntimos e não 1,19 euros. Nesta altura do campeonato 0,20 cêntimos aqui, mais 0,20 cêntimos acolá, é dinheiro.

O que lhe interessa?

Rapariga do Campo, 28.03.22

Não, ainda não fiz seis meses de trabalho. Sim, os meus chefes autorizaram que, mesmo assim, eu estivesse de férias. E qual é o mal?

Disse eu a um familiar que estava uns dias de férias, veio logo um "mas já lá estás há seis meses?". Não, não estou mas os chefes autorizaram, e depois?

Quando as marquei disseram-me que dias do ano anterior teriam que ser gozados até Abril. Assim fiz, marquei esses dias de forma a gozá-los antes de Abril. Mais tarde vêm dizer-me que afinal não posso gozá-los antes de fazer os seis meses de trabalho, já eu tinha coisas marcadas no dito período, mas que se os meus chefes autorizassem não havia problema eu gozar esses dias. E eu assim fiz. Falei com os chefes, pedi autorização e eles deram. Há algum mal nisso? Acho que não.

Não sei qual é o interesse de certas pessoas meterem-se tanto na vida alheia, neste caso na minha vida. O que é que lhes interessa se estou de férias, se não estou, onde estou de serviço ou onde deixo de estar, se já estou há seis meses ou há meia dúza de dias. Eu não ando sempre a perguntar os horários, férias, etc. Compreendo que me ajudem em certos aspectos mas penso que isso não dá o direito de se quererem meter na minha vida. Daqui a bocado querem saber a quantidade de vezes que vou à casa-de-banho e os litros de xixi que despejo da bexiga.

O que fui descobrir ontem...

Rapariga do Campo, 21.03.22

No Got Talent Portugal deste domingo apareceu um homem com um instrumento que nunca tinha visto, Handpan. Pelos vistos estou muito atrasada no que diz respeito à música... Para mim, quase parece o som de uma harpa - ou então não tem nada a ver e eu estou a confundir tudo... perdoem-me porque eu não percebo nada de música nem de instrumentos. Mas há certos sons que a mim parece, sorry.

O que interessa aqui é que me apaixonei pelo som que produz e agora meto-me no Youtube à procura de músicas relaxantes de Handpan. A minha mãe ficou ainda mais fascinada: "isto é que me ajudava a adormecer num instante". O mais interessante é que há músicas que ajudam a relaxar e acalmar e outras que quase ajudam a mexer o esqueleto, não fazia a mínima ideia disto, sinceramente... E há tantos vídeos no Youtube! Não sei porque é que estou pasmada, é normal... o Youtube tem tudo 

Bendita a hora que troquei o Big Brother pelo Got Talent, aqui pelo menos sempre se aprende e descobre algumas coisa úteis e interessantes.

Pensava que já não acontecia

Rapariga do Campo, 11.03.22

Apaguei redes sociais há uns tempos. Por ter mudado de trabalho, infelizmente tive que voltar a criar Facebook. Pouco ou nada ligo àquilo. Houve um dia que a minha chefe me mandou uma mensagem por lá às 8h e pouco da manhã, é óbvio que eu não vi. Tenho mais que fazer de manhã. Quando lhe disse que praticamente só ligo o Facebook no trabalho ficou chocada. Não sei porquê, eu já lhe tinha contado que não tinha redes sociais, que só criei (maldito) Facebook por causa do trabalho e que nem sequer tinha a aplicação instalada no telemóvel porque ele não tem memória para tal. Então lá lhe ocorreu aquela coisa que existia antes de terem inventado o facebook: as mensagens de telemóvel... e que se voltasse a precisar de me contactar iria recorrer às mensagens de telemóvel. Vá lá, fez-se luz.

Mas hoje... hoje vi uma coisa que pensava que já não existia nos tempos que correm... Ela fez uma partilha de uma publicação uma página qualquer e meteu gosto na própria publicação. Sinceramente achava que isso já não acontecia. Publicar meter gosto na própria publicação. Bem... Se partilhámos é porque gostámos certo? Enfim. Coisas que acho que nunca vou perceber.

 

Voltar

Rapariga do Campo, 22.02.22

Vou voltar. Vai ser um regresso monetariamente caro no início mas que a longo prazo dará os seus frutos. Foi preciso pesar os prós e contras, porém vendo logo numa primeira perspectiva acho que são mais os prós do que os contras.

 

Prós

1. Deixar de ter uma vida de casa-trabalho, trabalho-casa.

2. Voltar a conviver com pessoas que não sejam apenas a minha família, colegas de trabalho e clientes.

3. Fazer exercício ao mesmo tempo que convivo com outras pessoas diferentes.

4. O ginásio ser do outro lado da rua, e estar literalmente a menos de 2 minutos do lugar onde trabalho.

5. Não ter que me preocupar com o lugar para estacionar porque posso deixar o carro onde o estaciono durante todo o dia.

6. Ao voltar vou melhorar a minha saúde porque desde que mudei de trabalho sinto que estou demasiado sedentária, apesar das caminhadas pós-almoço.

7. Estou a ficar com demasiada barriga. A roupa de verão que tenho em casa não me serve. Já vou ter que ir comprar alguma, mas tenho lá camisas que gosto por isso preciso de emagrecer.

8. Ter oportunidade de conhecer algum rapaz interessante, porque duvido que isso vá acontecer na aplicação onde me meti. Essas coisas não são para mim. Não tenho mesmo paciência para conversas forçadas.

9. Poder e conseguir emagrecer, e assim voltar a sentir-me bem com o meu corpo e voltar a gostar dele... infelizmente tenho vindo a deixar de gostar muito por causa desta barriga que tenho vindo a ganhar.

 

Contras

1. Pelas pesquisas que fiz acho que já não há a aula de grupo que eu mais gostava antes de a pandemia ter aparecido.

2. Confiar no dono do ginásio mas não confiar nas pessoas que lá vão.

3. Ainda haver demasiados casos do vírus nas freguesias e no concelho onde vivo.

 

Meio-termo

1. Daqui a 2-3 meses o meu horário de trabalho muda e passo a sair mais tarde por ser verão, o que significa que se for ao ginásio chego também mais tarde a casa... e eu não gosto de chegar demasiado tarde a casa, vá-se lá saber porquê, sinto que perdi tempo de descanso. No entanto, quando o verão acabar o horário muda outra vez e volto a sair mais cedo por isso este ponto nem é carne nem é peixe.

 

A dúvida fulcral

1. A mensalidade. Em duas perspectivas: o contra é que sem fidelização, que era o que eu estava a pensar porque a qualquer momento podem mudar-me de local de trabalho mas mantendo as funções, só que é algo que também pode nunca vir a acontecer - é em torno de 40 euros. Com fidelização são 30 euros se optar por aqui apenas poderei ir nas folgas (dois dias por semana) se alguma vez mudar de posto trabalho, se nunca mudar irei todos os dias em que for trabalhar. A questão é: e se eu nunca mudar de lugar e sempre me mantiver ali? Vou estar a pagar 10 euros a mais "para o boneco". Ao fim de um ano serão 120 euros. O que também posso fazer é perguntar ao dono, se alguma vez esta situação acontecer, como é que ela pode ser contornada, se posso passar a ter a outra modalidade existente que é a ida de duas vezes por semana que são 26 euros. Sempre são menos 4 euros que a fidelização.

 

Resumindo. Inicialmente estava mesmo convencida em escolher a opção sem fidelização mas depois de meter as ideias "no papel" (que é como quem diz no blog) acho que vou mesmo optar pela fidelização. São menos 10 euros e esse dinheiro dá para outra coisa, nomeadamente combustível. Ah, e para não falar, que ainda é preciso pagar a inscrição e o seguro que são mais 40 euros. Este mês vai ser um tombo na minha carteira mas é por uma boa causa! Eu também preciso de ver que é raro gastar dinheiro comigo. Estou sempre comprar coisas para casa, alimentação, pagar as despesas, mas coisas mesmo para mim só livros e é raro por isso acho que mereço.

 

Quem ficou muito contente quando contei sobre esta ideia foi a minha psicóloga. Ela está sempre a insistir comigo para mudar a minha rotina, para passear e sair de casa. Pois bem, aqui está uma pré-mudança. Neste momento só falta mesmo ir preencher a ficha, entregar os papéis, fazer o pagamento, e começar a treinar.

 

E eu estou felicíssima com esta decisão! Acho que há algum tempo que não estava assim tão entusiasmada. Tenho a certeza que me vai fazer bem aos três corpos: físico, mental e espiritual. E que cada vez que sair de lá, poderei sair fisicamente cansada mas com uma energia mental e espitirual revigorada. 

Isto não é para mim

Rapariga do Campo, 19.02.22

Tive a feliz ou infeliz ideia de recriar conta no OkCupid. Há uns tempos fiz isso e a coisa não tinha corrido muito bem, o rapaz pelo qual me interessei e ele por mim (pelo que ele dizia) deixou de me responder.

Estou para ver como vai correr desta vez, criei a conta há uns 3 dias e já não tenho paciência. Mas já que na vida real a única pessoa de jeito que me apareceu à frente nos últimos tempos foi o padre que está a estagiar na paróquia destes lados, tenho que fazer um esforço... Pode ser que entretanto apareça na aplicação alguém destas terras e não só lisboetas, nortenhos, alentejanos, e até americanos, canadianos e autralianos. Tenho que voltar a explorar aquilo para reduzir o raio de influência, se tiver pachorra. Uma coisa que não percebo é porque é que eles escrevem as suas descrições em inglês se estão em Portugal. Isso é que me "chateia".

Um rapaz com quem já troquei meia dúzia de mensagens faz perguntas, eu respondo de forma a dar seguimento à conversa e ele o que faz? Muda completamente o rumo fazendo outra pergunta em vez de seguir a conversa. Tipo...  deve ser polícia a fazer interrogatório. 

Acho que no meu caso, não sei bem se este tipo de coisas funcionam... Começo a pensar que para mim tem que ser à moda antiga, conhecer o rapaz por alguma eventualidade, criar amizade e então a coisa dar-se. Como aconteceu nas desilusões que tive no passado. E que espero não voltar a ter.

Parece interessante mas tem um probleminha

Rapariga do Campo, 18.02.22

Assisto muitos vídeos no Youtube, mas vídeos que ensinam e que acrescentam realmente alguma coisa à minha vida e não vídeos com parvoíces que não trazem nada de útil e só servem para gastar tempo. Seguir a sério, acho que posso contar pelos dedos das mãos os canais que sigo.

E um dia destes apareceu-me um vídeo de uma rapariga nas sugestões com um título que eu não percebi nada. Abri, assisti e gostei mesmo não percebendo patavina do que ela dizia. E mesmo assim acho que vou subscrever o canal da rapariga, que tem 300 e tal mil subscritores. Se tem tanta gente a segui-la é porque deve dizer coisas de jeito.

Mas afinal, sobre que rapariga estou eu a falar? Nem eu própria sei. É uma rapariga árabe que gosta de ler. Como sei isso? Porque o canal se chama Nedal Reads e ela na descrição diz " هنا فتاة تحب القراءة والبشرية " que significa "Aqui está uma rapariga que adora ler e humanidade". Também me dei ao trabalho de traduzir alguns comentários árabes dos dois ou três vídeos que vi (e que não percebi nada) e pelo que percebi é uma rapariga bastante interessada em ler, tem um vídeo a ensinar a fazer um bullet journal. Acho que mesmo não percebendo nada vou subscrever. Quem sabe se com ela não descubro outros livros que não iria descobrir de outra forma? Pelo menos em inglês... porque em árabe é impossível de eu perceber 

Se amanhã ela lá estiver...

Rapariga do Campo, 15.02.22

Pedi fiambre cortado fininho... e a rapariga corta o fiambre tão fino que quase parecem febras. Se calhar fui ao talho e não me apercebi. As 150 gramas que eu trouxe, ao invés de serem cerca de 20 fatias do costume acabaram por ser apenas seis. A sorte dela é que há quem as coma cá em casa porque se não houvesse amanhã gramava com elas e tinha que me devolver os dois euros e tal que paguei.

Amanhã volto ao supermercado, se for a mesma rapariga a lá estar... está tramada.

Onde é que eu estava bem?

Rapariga do Campo, 14.02.22

Deitada no sofá ou sentada na varanda - visto que chuva teima em não aparecer e continua a estar um sol demasiado agradável - a ler o meu livro. Mas não. Tenho um relatório para acabar que tem que ser entregue até ao fim do mês. Tenho uma actividade infantil e outra sénior para preparar para os próximos meses. E ainda tenho que estudar para uma formação onde me meti cuja reunião com as colegas de grupo é amanhã e a aula é domingo.

Prioridades da vida.