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Everything is a Choice

🍀 Escolho a paz e a harmonia pois é o melhor para mim! 🍀

Everything is a Choice

🍀 Escolho a paz e a harmonia pois é o melhor para mim! 🍀

A vida anda um stress

Rapariga do Campo, 02.07.22

Não tenho escrito aqui. Apenas escrevo na minha agenda e no diário que decidi criar num caderno para desabafar à mão aquilo que me acontece de bom e de mau em cada dia para libertar o cérebro e também para recordar mais tarde.

Não tenho ido ao OkCupid. Fui deixando de responder aos poucos até ter deixado mesmo de responder a um rapaz que só me fazia perguntas pessoais e não sabia ter uma conversa decente. A outro coitado... deixei-o no vácuo, coisa que não se faz. Mas já lá fui despedir-me dele, desejei-lhe tudo de bom e pedi-lhe desculpa por alguma coisa que lhe possa ter dito que o tenha magoado ou assim, mas acho que não. E apaguei a conta. Decidi que aquilo não é mesmo para mim.  Além de não ter tempo, percebi que aquilo não é, de todo, uma prioridade para mim. Além do mais ando no ginásio e acho que sou mais de pessoas reais e não de virtuais, e acredito que será lá que vou conhecer um rapaz para a minha vida. Por muito que eu leia acerca de casos de sucesso de pessoas que se conheceram nas chamadas dating apps, eu não consigo gostar destas aplicações nem de estar a falar com alguém completamente desconhecido, que conheço apenas por uma fotografia que nem sei se é realmente verdadeira. Por isso, adeus OkCupid.

O meu trabalho anda um rodopio, eu e colegas com afazeres, coisas para preparar. Vêm aí dias preenchidos, vai ser um mês cheio de animação. Ando a dar cabo da minha cabeça para conseguir fazer coisas para as quais não fiz nenhuma formação quando há pessoas que a têm e que poderiam aplicar os conhecimentos mas não querem/não têm tempo de vir ao nosso edifício por isso está a sobrar para mim. Pelo menos as minhas colegas têm visto o meu esforço e empenho, disseram isso à minha chefe que também já viu que estou empenhada nisto, e também me elogiou.

Estou a tentar retomar o hábito da leitura. Li o "Jardim dos Animais com Alma" do José Rodrigues dos Santos, que gostei bastante - e recomendo a quem queira abrir um bocadinho a pestana -, e agora estou a começar algo mais leve de não-ficção. Vou intercalando o género literário, não está a ser fácil mas hei-de conseguir.

Entretanto, como acabo por não ligar o computador tantas vezes como gostaria o blog fica um pouco para trás... não é que me agrade, mas enfim. Quanto toca a definir prioridades, há sempre coisas que ficam mais à frente do que outras.

Sobre querer ser o centro das atenções

Rapariga do Campo, 22.05.22

Fiz uma formação online. Tive uma colega que era uma faladora. Sempre que tinha oportunidade falava a dizer alguma coisa, muitas vezes irrelevantes - para mim. Quando o professor não comentava aquilo que ela tinha dito, ela ficava com uma ar de "então e o que eu disse?". Outras vezes acontecia outra/o colega fazer um qualquer comentário qualquer e o professor via ali uma porta para um assunto importante a ser falado. E esta colega fica com um ar que não consigo descrever mas que talvez seja desânimo por não ter sido ela a fazer tal comentário, como se isso não lhe trouxesse prestígio ou reconhecimento.

No final da formação, de 8 dias, ela quis fazer o seu balanço pessoal e afirmou que não conseguia fazer aquilo para que serviu a formação em uma hora mas que levava três ou mais horas. Disse isto de uma forma muito desanimada, muito triste, só faltava chorar. Acrescentou que tinha que consultar muitas vezes os apontamentos, o manual e os vídeos das aulas, não conseguia olhar e fazer logo a análise de uma forma rápida e que isso a deixava triste porque se sentia atrasada em relação a outros colegas. Mas depois o professor disse-lhe que era perfeitamente normal, ele próprio quando começou levou muito tempo a conseguir fazer essa análise de uma forma rápida, e que inicialmente ele levava também horas a fazê-la e ela não podia esperar que ao fim de 8 dias de formação ter a experiência dele (uma coisa pouca de quase 25 anos). E aí ela acenou que sim com a cabeça mas com um ar de carneiro mal morto, como diz o ditado.

Eu até gostei dela, fiz alguns trabalhos com ela. Mas também fiquei com a sensação de que havia momentos em que parecia que ela queria ser o centro das atenções. Como se só ela se estivesse a esforçar-se na formação e a estudar sobre a matéria. Ela falava, colocava dúvidas, e penso que chegou a um momento que os restantes colegas deixaram de colocar dúvidas porque ela era sempre a primeira e quase não deixava mais ninguém falar, acabava por ocupar quase todo o tempo que era dedicado às questões que tínhamos. Eu própria senti isso. Só coloquei perguntas que tinha numa aula em que ela não apareceu, nas outras em que tentei fazê-lo ela conseguiu antes de mim e depois acabava por já não haver muito mais tempo para muitas dúvidas.

Enfim, a formação acabou e é muito provável que não volte a ter contacto com aquelas pessoas. Tenho pena de uma ou outra, até mesmo desta colega porque ela até é simpática. Mas não vou ter saudades de ela quase não deixar as pessoas falarem nem de a ver interromper o professor de vez em quando.

20 cêntimos aqui, 20 acolá...

Rapariga do Campo, 11.04.22

Fui a um supermercado de uma cadeia grande, beeem grande, e se calhar é graças a estas artimanhas que fazem milhões. Dirigi-me ao corredor do material escolar em busca de uns simples lápis de carvão, trouxe uns de 0,99 cêntimos. Chego à caixa e senhora pede-me 1,19 euros, "Mas lá estava 0,99 cêntimos" disse-lhe eu. Chamou uma colega, que demorou bastante tempo a chegar, quando chegou nem um simples bom dia me disse e mal ouviu a minha explicação. Fiquei a pensar que naquele supermercado deve ser costume haver enganos destes e já não ser preciso haver explicações da parte do cliente. Tirou o papel do preço da prateleira e disse à colega da caixa que era erro do código de barras. Nem um pedido de desculpas me dirigiu, para juntar à falta do bom dia.

Passo para o balcão central. A senhora que lá estava é que acaba por fazer a minha conta, com um ar chateado como quem diz "Não custava nada ter dado mais 0,20 cêntimos e pronto, esta situação toda era desnecessária". Pago e venho embora. O pedido de desculpas pelo incómodo e pela demora? Ah pois, não existiu. É pena eu não pertencer a uma fiscalização à paisana.

Se eu tivesse feito outras compras juntamente com aqueles míseros lápis de carvão possivelmente não teria dado pelo engano, ou se calhar até teria porque às vezes verifico os valores das coisas ainda antes de sair do supermercado, já que enquanto as arrumo no carrinho não consigo olhar para o ecrã - prezo quem o consiga fazer.

Neste caso tenho pena da má educação e da falta de cordialidade daqueles funcionários específicos. Perdi ali cerca de 10-15 minutos e não foram capazes de pedir desculpa pelo engano e pelo tempo perdido à espera. Parece-me que é assim que eles facturam milhões... com estes "enganos inocentes". Porque não, eu não podia dar os 0,20 cêntimos que faltavam quando na prateleira estava exposto 0,99 cêntimos e não 1,19 euros. Nesta altura do campeonato 0,20 cêntimos aqui, mais 0,20 cêntimos acolá, é dinheiro.

O que lhe interessa?

Rapariga do Campo, 28.03.22

Não, ainda não fiz seis meses de trabalho. Sim, os meus chefes autorizaram que, mesmo assim, eu estivesse de férias. E qual é o mal?

Disse eu a um familiar que estava uns dias de férias, veio logo um "mas já lá estás há seis meses?". Não, não estou mas os chefes autorizaram, e depois?

Quando as marquei disseram-me que dias do ano anterior teriam que ser gozados até Abril. Assim fiz, marquei esses dias de forma a gozá-los antes de Abril. Mais tarde vêm dizer-me que afinal não posso gozá-los antes de fazer os seis meses de trabalho, já eu tinha coisas marcadas no dito período, mas que se os meus chefes autorizassem não havia problema eu gozar esses dias. E eu assim fiz. Falei com os chefes, pedi autorização e eles deram. Há algum mal nisso? Acho que não.

Não sei qual é o interesse de certas pessoas meterem-se tanto na vida alheia, neste caso na minha vida. O que é que lhes interessa se estou de férias, se não estou, onde estou de serviço ou onde deixo de estar, se já estou há seis meses ou há meia dúza de dias. Eu não ando sempre a perguntar os horários, férias, etc. Compreendo que me ajudem em certos aspectos mas penso que isso não dá o direito de se quererem meter na minha vida. Daqui a bocado querem saber a quantidade de vezes que vou à casa-de-banho e os litros de xixi que despejo da bexiga.

O que fui descobrir ontem...

Rapariga do Campo, 21.03.22

No Got Talent Portugal deste domingo apareceu um homem com um instrumento que nunca tinha visto, Handpan. Pelos vistos estou muito atrasada no que diz respeito à música... Para mim, quase parece o som de uma harpa - ou então não tem nada a ver e eu estou a confundir tudo... perdoem-me porque eu não percebo nada de música nem de instrumentos. Mas há certos sons que a mim parece, sorry.

O que interessa aqui é que me apaixonei pelo som que produz e agora meto-me no Youtube à procura de músicas relaxantes de Handpan. A minha mãe ficou ainda mais fascinada: "isto é que me ajudava a adormecer num instante". O mais interessante é que há músicas que ajudam a relaxar e acalmar e outras que quase ajudam a mexer o esqueleto, não fazia a mínima ideia disto, sinceramente... E há tantos vídeos no Youtube! Não sei porque é que estou pasmada, é normal... o Youtube tem tudo 

Bendita a hora que troquei o Big Brother pelo Got Talent, aqui pelo menos sempre se aprende e descobre algumas coisa úteis e interessantes.

Pensava que já não acontecia

Rapariga do Campo, 11.03.22

Apaguei redes sociais há uns tempos. Por ter mudado de trabalho, infelizmente tive que voltar a criar Facebook. Pouco ou nada ligo àquilo. Houve um dia que a minha chefe me mandou uma mensagem por lá às 8h e pouco da manhã, é óbvio que eu não vi. Tenho mais que fazer de manhã. Quando lhe disse que praticamente só ligo o Facebook no trabalho ficou chocada. Não sei porquê, eu já lhe tinha contado que não tinha redes sociais, que só criei (maldito) Facebook por causa do trabalho e que nem sequer tinha a aplicação instalada no telemóvel porque ele não tem memória para tal. Então lá lhe ocorreu aquela coisa que existia antes de terem inventado o facebook: as mensagens de telemóvel... e que se voltasse a precisar de me contactar iria recorrer às mensagens de telemóvel. Vá lá, fez-se luz.

Mas hoje... hoje vi uma coisa que pensava que já não existia nos tempos que correm... Ela fez uma partilha de uma publicação uma página qualquer e meteu gosto na própria publicação. Sinceramente achava que isso já não acontecia. Publicar meter gosto na própria publicação. Bem... Se partilhámos é porque gostámos certo? Enfim. Coisas que acho que nunca vou perceber.

 

Se amanhã ela lá estiver...

Rapariga do Campo, 15.02.22

Pedi fiambre cortado fininho... e a rapariga corta o fiambre tão fino que quase parecem febras. Se calhar fui ao talho e não me apercebi. As 150 gramas que eu trouxe, ao invés de serem cerca de 20 fatias do costume acabaram por ser apenas seis. A sorte dela é que há quem as coma cá em casa porque se não houvesse amanhã gramava com elas e tinha que me devolver os dois euros e tal que paguei.

Amanhã volto ao supermercado, se for a mesma rapariga a lá estar... está tramada.

Onde é que eu estava bem?

Rapariga do Campo, 14.02.22

Deitada no sofá ou sentada na varanda - visto que chuva teima em não aparecer e continua a estar um sol demasiado agradável - a ler o meu livro. Mas não. Tenho um relatório para acabar que tem que ser entregue até ao fim do mês. Tenho uma actividade infantil e outra sénior para preparar para os próximos meses. E ainda tenho que estudar para uma formação onde me meti cuja reunião com as colegas de grupo é amanhã e a aula é domingo.

Prioridades da vida.

 

Sim, vou ver. E sim, sou fã

Rapariga do Campo, 03.01.22

Antes de mais bom ano novo a quem me lê, seguidor ou não. Votos de saúde, prosperidade, sucesso e objectivos e/ou desejos concretizados neste 2022.

 

Vi praticamente toda a gala de estreia do Big Brother Famosos e não sei como consegui levantar-me hoje de manhã. Já não estou habituada a "noitadas". Depois de não ter seguido o último reality show embora soubesse os nomes de alguns dos concorrentes - até acertei na ordem de saída dos 5 finalistas sem seguir minimamente aquilo, até porque não tenho redes sociais - vou sim seguir este. Primeiro porque sim e segundo porque está lá uma pessoa odiada por muitos e adorada por outros: Bruno de Carvalho. Opiniões são opiniões, eu gosto dele, foi presidente do meu clube. Embora digam que não deu nada ao Sporting, ele trouxe sim vitórias nas modalidades, permitiu-nos a contrução do Pavilhão João Rocha. Enfim, cada um acha o que quer, eu sou fã dele por isso vou acompanhar.

Estão lá outras pessoas que também não desgosto como a Laura Galvão, Jardel, Kasha ou Nuno Homem de Sá. E outras que eu não fazia ideia de quem eram como o Jorge Guerreiro, Liliana Almeida ou Hugo Tabaco. Há pessoas para todos os gostos. Quem quiser que veja, quem não quiser que não veja. É simples. O que acho engraçado é que muita gente diz que não vê, que não gosta mas depois sabem tudo o que lá acontece. Ironia. Eu não gosto do programa "A Máscara" da SIC por isso, logicamente não sei o que lá se passa, vi um bocadinho, aquilo não me cativou minimamente, logo não me dou ao trabalho de ver. Mas muito boa gente diz que não gosta do Big Brother e no fim é só vê-los comentar o que lá acontece. Coerência.

Eu vou ver, quanto mais não seja para me distrair da realidade e talvez rir um pouco. Podem dizer que isso não vai acontecer, que vai ser só confusão. Se assim for, paciência. Problema meu.

Estava a precisar disto

Rapariga do Campo, 03.12.21

Um dia destes estive a ver o podcast ADN de Leão no canal de YouTube do Sporting (que primeiro passa no canal de televisão) com o Paulinho, jogador avançado da equipa principal de futebol do Sporting. E simplesmente adorei! O que eu ri a ver aquela hora e meia de episódio. Se um dia aparecer um rapaz na minha vida que seja outra vez como este: simpático, descontraído, divertido, boa onda, brincalhão. Parece ser muito boa pessoa. Pode ser que me apareça novamente um rapaz assim na minha vida. Apesar de ter sofrido com um rapaz deste género, acredito e tenho fé que também vou ser feliz com alguém que tenha estas características  .