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Everything is a Choice

ūüćÄ Escolho a paz e a harmonia pois √© o melhor para mim! ūüćÄ

Everything is a Choice

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Apaixonada

Rapariga do Campo, 21.01.23

Estou bastante apaixonada, s√≥ √© pena ser por uma pessoa com idade para ser meu pai (na s√©rie) e ainda por cima... est√° morta. Eis Michael Landon! A minha paix√£o plat√≥nica¬†¬†Porque se estivesse vivo teria idade para ser meu av√ī¬†

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Apaixonei-me por ele quando comecei a ver "Um anjo na Terra" na RTP Mem√≥ria. Comecei j√° a s√©rie ia a meio da primeira ou da segunda temporada, n√£o me recordo bem, mas n√£o tenho perdido praticamente nenhum epis√≥dio. Se perco, vejo no dia seguinte na RTP Play no site da RTP. Al√©m das mensagens que passa para a nossa vida ainda d√° para divertir e desanuviar. √Č interessante como certos temas eram abordados nos anos 80.

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Pode ser que um dia decidam passar "Uma casa na pradaria", também com ele como protagonista. Nunca vi, sei apenas que é sobre uma família a viver no Oeste. Seria muito bom se a passassem na RTP Memória. Parece-me que era uma série igualmente interessante.

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Até lá vou vendo o "Um anjo na Terra" e lavando as vistas numa série com um homem que lá tem idade para ser meu pai e que ainda por cima está morto 

Sentimentos

Rapariga do Campo, 25.12.22

Uma prima minha muda de namorado como quem muda de roupa interior. Em cinco anos de faculdade teve uns tr√™s namorados. Tirando aqueles dos quais eu n√£o ouvi falar. Para mim isso seria impens√°vel acontecer. Acho que sou demasiado sentimental, sinto demasiado os sentimentos - amor, amizade, tristeza, o que seja. Ou ent√£o √© ela que se apaixona mas n√£o muito a s√©rio, e vive aquelas rela√ß√Ķes de forma leve e suave.

Critiquem-me mas é a minha opinião

Rapariga do Campo, 10.12.22

Não há mérito quando apenas se joga à defesa. Isso não mostra coragem, não mostra espectáculo futebolístico para quem paga bilhete para ir ver um jogo a um estádio. Isso não é jogar à bola.

Não há mérito quando se está sempre a parar o jogo do adversário com faltas sem jeito nenhum, e em faltas graves o árbitro nem amarelo dá. E em mais graves ainda ele nem penalti assinala!

Um √°rbitro de nacionalidade de uma equipa que ainda est√° em competi√ß√£o. Como √© poss√≠vel?! Os √°rbitros destas competi√ß√Ķes deveriam ser de pa√≠ses isentos, pa√≠ses que n√£o entraram na competi√ß√£o. Tipo Canad√°, EUA, algo assim. Porque n√£o?

E aquela compensa√ß√£o? O que √© que foi aquilo? Oito minutos para a quantidade de paragens que houve? √Č que nem deixou passar mais um bocadinho de tempo para compensar qualquer coisa que tivesse acontecido naqueles m√≠seros minutos.

Quanto ao seleccionador, meter o Ronaldo na segunda parte. Porqu√™? Custava assim tanto met√™-lo a titular? Os portugueses sofrem de um mal cr√≥nico: dor de cotovelo. E em vez de apoiarem fazem o mais f√°cil: criticar. Porque quando n√£o se consegue alcan√ßar algo que outra pessoa tem √© mais f√°cil critic√°-la e invej√°-la. E √© o que a maioria tem feito, s√≥ oi√ßo as pessoas de s√≠tios por onde passo falarem mal dele, mas principalmente a comunica√ß√£o social. Em vez de criar uni√£o s√≥ causam mau estar. Eu acho que ele devia ter jogado desde o come√ßo. N√£o, a selec√ß√£o n√£o √© s√≥ o Ronaldo. Sim, ganh√°mos 6 - 1 com a Su√≠√ßa praticamente sem ele, mas isso tamb√©m n√£o √© motivo para o meter de lado. E principalmente para andar a dizer mal dele a torto e a direito como foi nos √ļltimos dias. √Č a minha opini√£o.

Para mim o que aconteceu hoje foi uma vergonha. Marrocos praticamente não jogou e não deixou Portugal jogar. A FIFA falhou ao colocar um árbitro argentino no nosso jogo. Mas o seleccionador também falhou. E nós também falhámos porque não conseguimos jogar contra duas equipas.

Haja um dia

Rapariga do Campo, 06.12.22

Há algum tempo que não aparecem os rapazes que lavam as minhas vistas lá no ginásio. Ultimamente só pessoas velhas, homens-homens, neste caso. Porque da minha idade só raparigas. Há um deve ter a minha idade mas vai com a namorada por isso não conta.

Mas, e há um "mas" em tudo como se costuma dizer. Hoje foi finalmente o dia em que lavei as vistas decentemente. Estava a ver que não aparecia alguém decente.

Primeiro que tudo: simp√°tico. Sim, porque troc√°mos umas palavras e deu para ver isso. Pareceu-me ser o seu primeiro dia ali, foi com um senhor com o qual j√° falo de vez em quando, e que estava a dar-lhe indica√ß√Ķes de alguns exerc√≠cios para musculosos. Ai aquele mo√ßo - como diz uma amiga - tem c√° uns m√ļsculos...

Houve uma situa√ß√£o engra√ßada, entrou numa salinha das avalia√ß√Ķes a pensar que era um wc para encher a garrafa de √°gua. Bateu com a porta na mesinha da instrutora onde ela estava com uma rapariga. Foi muito engra√ßado. S√≥ visto¬†¬†eu e o tal senhor demos umas boas gargalhadas, foi muito engra√ßado.

Finalmente alguém decente para lavar as vistas, não pelo físico, mas pela simpatia das palavras. Pode ser que nos cruzemos mais vezes, porque aquilo tem andado um pouco fraco neste aspecto...

J√° n√£o sinto

Rapariga do Campo, 03.12.22

Telefonei. Nem cinco minutos fal√°mos uma vez que eu estava a trabalhar e tive que lhe desligar o telefone: praticamente na cara. √Č a vida. Uma colega chamou-me e o trabalho era priorit√°rio. Mais tarde liguei de volta, n√£o me atendeu. Quando me retribuiu de volta, estava eu ocupada, n√£o tinha o telem√≥vel comigo. Retribu√≠ e n√£o atendeu nem voltou a ligar-me. Temos pena. N√£o houve conversa de anivers√°rio para ningu√©m. Se n√£o for assim tamb√©m n√£o falamos de maneira nenhuma visto que ele n√£o desenvolve as mensagens que lhe mando.

Naquele curto espaço de tempo vi que a parvoíce continua, a estupidez continua, e qualquer sentimento que eu ainda poderia ter pelos vistos é inexistente. Felizmente é inexistente! Demorou mas finalmente aquilo que eu sentia percebi, graças àquela curta chamada, que já não sinto.

Falta de disciplina

Rapariga do Campo, 05.11.22

Como é que mudo isto? Como? Se eu ao fim do dia venho cansada psicologicamente depois de um dia a "aturar" a minha chefe para quem as coisas quase nunca estão bem? Vou ao ginásio para limpar a mente e exercitar o corpo. Voltar a casa, banho, e tarefas domésticas.

Como √© que tenho estofo mental e disciplina para as minhas actividades espirituais? Consegui disciplinar-me para meditar de manh√£. Levantar-me bastante mais cedo para meditar e j√° n√£o passo sem isso. Mas √† noite... a procrastina√ß√£o apodera-se de mim. Devia estudar a mat√©ria que aprendo nas forma√ß√Ķes que fa√ßo sobre espiritualidade mas n√£o. Meto-me a ver televis√£o, a novela que n√£o √© nada de jeito ou outros programas quaisquer. O √ļnico interessante √© "O Anjo na Terra" na RTP Mem√≥ria que acaba tardissimo, √†s 23h30, hora que eu j√° devia estar no s√©timo sono. Mesmo assim adoro ver aquela s√©rie. Mas entre o fim do jantar e o in√≠cio do epis√≥dio dava tempo para estudar. S√≥ que n√£o. A preguicite aguda leva-me at√© ao sof√° em vez da disciplina ser mais forte e me levar at√© √† secret√°ria.

Isto vai ter que mudar. De alguma forma, vai ter que mudar. Preciso de mudar. Preciso de interiorizar tudo o que tenho aprendido, preciso de estudar ou estas forma√ß√Ķes n√£o valer√£o de nada. O dinheiro foi investido para alguma coisa, e eu quero ajudar pessoas por isso tenho que meter as m√£os na massa. Ningu√©m o far√° por mim. Absolutamente ningu√©m.

Notas para mim mesma

Rapariga do Campo, 16.10.22

Há momentos que não vontade de nada, só de isso mesmo: de não fazer nada. Não tenho vontade de escrever, nem sequer de escrever para desabafar. Tenho lido mas não tanto quanto gostaria. Preciso de acabar um livro porque quero ler aquele que está a seguir na fila de espera, e agora surgiu ainda outro...

Tenho uma coisa para acabar para uma colega do trabalho. Ando há algum tempo de volta disso porém ainda não consigui terminar. São duas partes, uma está quase, e a outra não dá para fazer sem a primeira. Na próxima semana tenho que dar o litro e conseguir fazer tudo.

Quase não tenho falado com amigas minhas. Falo com uma cujas respostas levam 2-3 dias, o que é normal na nossa relação. Aproximei-me de outra amiga cuja amizade estava desvanecida há bastante tempo. Foi ela que se reaproximou de mim, o que me deixou perplexa. Desabafou comigo o que se passava na vida dela e voltámos a ficar próximas e a falar com mais regularidade. A minha melhor amiga está afastada desde que foi mãe. Não a censuro mas por outro lado também me custa. Tenho que ser sempre eu a dizer alguma coisa para haver contacto entre nós. Pode ser que se um dia eu me casar e for mãe aconteça o mesmo. E depois ainda há uma amiga anónima que conheci há uns quantos anos numas andanças igualmente anónimas, não sabemos o nome uma da outra, sabemos apenas a região onde vivemos e vamos falando e desabafando uma com a outra os nossos dramas amorosos, familiares, pessoais, etc. A brincar é uma amizade que já deve ter uns 10 anos provavelmente, mas acredito que vai ser para durar.

Ando no gin√°sio mas os rapazes para lavar as vistas s√£o poucos ou nenhuns. H√° um que se faz √† instrutora, tem a mania que √© bom. H√° outro que deve ser PT, pelo menos tem ar disso, mas agora vou noutro hor√°rio por isso deixei de o ver. E depois s√£o s√≥ quarent√Ķes. Pode ser que um dia tenha sorte e apare√ßa l√° algu√©m que me encante e eu o encante a ele ahahah¬†

E por fim, instalei uma aplica√ß√£o para fazer amizades. Mas nada parecida com Tinder's e afins. Nesta procura-se mais amizades do que sexo. E quem estiver √† procura da segunda op√ß√£o tem que esperar pelo menos 30 minutos pela resposta porque as mesmas n√£o s√£o instant√Ęneas uma vez que elas devem ser em forma de cartas e demorar a chegar ao destino porque s√£o isso mesmo - cartas. At√© agora estou a gostar, tenho falado com pessoas decentes, recebi v√°rias cartas √†s quais respondi mas que depois j√° n√£o recebi resposta. √Č sinal que esperavam outro tipo de energias, se √© que me entendem. Melhor para mim pois assim estou a falar apenas com pessoas realmente interessantes.

Veremos o que me traz a próxima semana. Espero que sejam boas energias mas principalmente foco e paciência.

A vida anda um stress

Rapariga do Campo, 02.07.22

Não tenho escrito aqui. Apenas escrevo na minha agenda e no diário que decidi criar num caderno para desabafar à mão aquilo que me acontece de bom e de mau em cada dia para libertar o cérebro e também para recordar mais tarde.

N√£o tenho ido ao OkCupid. Fui deixando de responder aos poucos at√© ter deixado mesmo de responder a um rapaz que s√≥ me fazia perguntas pessoais e n√£o sabia ter uma conversa decente. A outro coitado... deixei-o no v√°cuo, coisa que n√£o se faz. Mas j√° l√° fui despedir-me dele, desejei-lhe tudo de bom e pedi-lhe desculpa por alguma coisa que lhe possa ter dito que o tenha magoado ou assim, mas acho que n√£o. E apaguei a conta. Decidi que aquilo n√£o √© mesmo para mim.¬† Al√©m de n√£o ter tempo, percebi que aquilo n√£o √©, de todo, uma prioridade para mim. Al√©m do mais ando no gin√°sio e acho que sou mais de pessoas reais e n√£o de virtuais, e acredito que ser√° l√° que vou conhecer um rapaz para a minha vida. Por muito que eu leia acerca de casos de sucesso de pessoas que se conheceram nas chamadas dating apps, eu n√£o consigo gostar destas aplica√ß√Ķes nem de estar a falar com algu√©m completamente desconhecido, que conhe√ßo apenas por uma fotografia que nem sei se √© realmente verdadeira. Por isso, adeus OkCupid.

O meu trabalho anda um rodopio, eu e colegas com afazeres, coisas para preparar. Vêm aí dias preenchidos, vai ser um mês cheio de animação. Ando a dar cabo da minha cabeça para conseguir fazer coisas para as quais não fiz nenhuma formação quando há pessoas que a têm e que poderiam aplicar os conhecimentos mas não querem/não têm tempo de vir ao nosso edifício por isso está a sobrar para mim. Pelo menos as minhas colegas têm visto o meu esforço e empenho, disseram isso à minha chefe que também já viu que estou empenhada nisto, e também me elogiou.

Estou a tentar retomar o hábito da leitura. Li o "Jardim dos Animais com Alma" do José Rodrigues dos Santos, que gostei bastante - e recomendo a quem queira abrir um bocadinho a pestana -, e agora estou a começar algo mais leve de não-ficção. Vou intercalando o género literário, não está a ser fácil mas hei-de conseguir.

Entretanto, como acabo por não ligar o computador tantas vezes como gostaria o blog fica um pouco para trás... não é que me agrade, mas enfim. Quanto toca a definir prioridades, há sempre coisas que ficam mais à frente do que outras.

Sobre querer ser o centro das aten√ß√Ķes

Rapariga do Campo, 22.05.22

Fiz uma forma√ß√£o online. Tive uma colega que era uma faladora. Sempre que tinha oportunidade falava a dizer alguma coisa, muitas vezes irrelevantes - para mim. Quando o professor n√£o comentava aquilo que ela tinha dito, ela ficava com uma ar de "ent√£o e o que eu disse?". Outras vezes acontecia outra/o colega fazer um qualquer coment√°rio qualquer e o professor via ali uma porta para um assunto importante a ser falado. E esta colega fica com um ar que n√£o consigo descrever mas que talvez seja des√Ęnimo por n√£o ter sido ela a fazer tal coment√°rio, como se isso n√£o lhe trouxesse prest√≠gio ou reconhecimento.

No final da formação, de 8 dias, ela quis fazer o seu balanço pessoal e afirmou que não conseguia fazer aquilo para que serviu a formação em uma hora mas que levava três ou mais horas. Disse isto de uma forma muito desanimada, muito triste, só faltava chorar. Acrescentou que tinha que consultar muitas vezes os apontamentos, o manual e os vídeos das aulas, não conseguia olhar e fazer logo a análise de uma forma rápida e que isso a deixava triste porque se sentia atrasada em relação a outros colegas. Mas depois o professor disse-lhe que era perfeitamente normal, ele próprio quando começou levou muito tempo a conseguir fazer essa análise de uma forma rápida, e que inicialmente ele levava também horas a fazê-la e ela não podia esperar que ao fim de 8 dias de formação ter a experiência dele (uma coisa pouca de quase 25 anos). E aí ela acenou que sim com a cabeça mas com um ar de carneiro mal morto, como diz o ditado.

Eu at√© gostei dela, fiz alguns trabalhos com ela. Mas tamb√©m fiquei com a sensa√ß√£o de que havia momentos em que parecia que ela queria ser o centro das aten√ß√Ķes. Como se s√≥ ela se estivesse a esfor√ßar-se na forma√ß√£o e a estudar sobre a mat√©ria. Ela falava, colocava d√ļvidas, e penso que chegou a um momento que os restantes colegas deixaram de colocar d√ļvidas porque ela era sempre a primeira e quase n√£o deixava mais ningu√©m falar, acabava por ocupar quase todo o tempo que era dedicado √†s quest√Ķes que t√≠nhamos. Eu pr√≥pria senti isso. S√≥ coloquei perguntas que tinha numa aula em que ela n√£o apareceu, nas outras em que tentei faz√™-lo ela conseguiu antes de mim e depois acabava por j√° n√£o haver muito mais tempo para muitas d√ļvidas.

Enfim, a formação acabou e é muito provável que não volte a ter contacto com aquelas pessoas. Tenho pena de uma ou outra, até mesmo desta colega porque ela até é simpática. Mas não vou ter saudades de ela quase não deixar as pessoas falarem nem de a ver interromper o professor de vez em quando.

20 cêntimos aqui, 20 acolá...

Rapariga do Campo, 11.04.22

Fui a um supermercado de uma cadeia grande, beeem grande, e se calhar √© gra√ßas a estas artimanhas que fazem milh√Ķes. Dirigi-me ao corredor do material escolar em busca de uns simples l√°pis de carv√£o, trouxe uns de 0,99 c√™ntimos. Chego √† caixa e senhora pede-me 1,19 euros, "Mas l√° estava 0,99 c√™ntimos" disse-lhe eu. Chamou uma colega, que demorou bastante tempo a chegar, quando chegou nem um simples bom dia me disse e mal ouviu a minha explica√ß√£o. Fiquei a pensar que naquele supermercado deve ser costume haver enganos destes e j√° n√£o ser preciso haver explica√ß√Ķes da parte do cliente. Tirou o papel do pre√ßo da prateleira e disse √† colega da caixa que era erro do c√≥digo de barras. Nem um pedido de desculpas me dirigiu, para juntar √† falta do bom dia.

Passo para o balc√£o central. A senhora que l√° estava √© que acaba por fazer a minha conta, com um ar chateado como quem diz "N√£o custava nada ter dado mais 0,20 c√™ntimos e pronto, esta situa√ß√£o toda era desnecess√°ria". Pago e venho embora. O pedido de desculpas pelo inc√≥modo e pela demora? Ah pois, n√£o existiu. √Č pena eu n√£o pertencer a uma fiscaliza√ß√£o √† paisana.

Se eu tivesse feito outras compras juntamente com aqueles míseros lápis de carvão possivelmente não teria dado pelo engano, ou se calhar até teria porque às vezes verifico os valores das coisas ainda antes de sair do supermercado, já que enquanto as arrumo no carrinho não consigo olhar para o ecrã - prezo quem o consiga fazer.

Neste caso tenho pena da m√° educa√ß√£o e da falta de cordialidade daqueles funcion√°rios espec√≠ficos. Perdi ali cerca de 10-15 minutos e n√£o foram capazes de pedir desculpa pelo engano e pelo tempo perdido √† espera. Parece-me que √© assim que eles facturam milh√Ķes... com estes "enganos inocentes". Porque n√£o, eu n√£o podia dar os 0,20 c√™ntimos que faltavam quando na prateleira estava exposto 0,99 c√™ntimos e n√£o 1,19 euros. Nesta altura do campeonato 0,20 c√™ntimos aqui, mais 0,20 c√™ntimos acol√°, √© dinheiro.